Sugestões de Livros

Se amo demais. Não amo!



Maria Aparecida Junqueira Zampieri

Dirigido ao público leigo há nichos específicos para profissionais da saúde, organização, educadores, aos que trabalham com indivíduos, famílias e grupos. Esse é um livro para você completar. Suas informações podem ajudar próximas gerações a reconhecer possíveis heranças de sentimentos, sensações físicas, modos de enfrentar e lidar com situações de vida, sinais e sintomas. Não temos culpa por heranças ou por traumas que vivenciamos. Mesmo assim, temos responsabilidade por nossa saúde. Enquanto o medo e o preconceito interferem negativamente na vida e na saúde, informações precisas podem salvar. Essa obra pode ser uma herança realista e útil a ser presenteada para quem você ama na medida certa!

Codependência - O transtorno e a intervençao em rede



Maria Aparecida Junqueira Zampieri

Codependência, expressão que originalmente designava a relação entre cônjuges alcoólatras, hoje expressa uma situação mais ampla e institucionalizada na qual, em linhas gerais, alguns favorecem sistematicamene a manutenção da dependência de outros, que tendem a permanecer imaturos.

É com este enfoque que trabalha Maria Aparecida Zampieri. Ela apresenta a fundamentação científica de sua visão de codependência como um transtorno de personalidade e sua proposta é que ela seja oficialmente reconhecida e classificada como tal.

No livro, a autora mostra critérios para diagnóstico e sugere formas de intervenção em rede, com exemplos de aplicações e de resultados. Ela aborda os mais variados casos, como dependência conjugal, familiar, grupal, social, institucional e sexual.

Em sua argumentaçao ela lança mão de conceitos de neurofisiologia, do psicodrama – de Moreno aos autores contemporâneos – da teoria sistêmica e da física, matérias que ela domina em função de sua ampla formação. Do mesmo modo, várias categorias de profissionais que trabalham com saúde e relações humanas poderão se beneficiar deste livro preciso e original.

Dependência e Codependência



Juliano Batista Gonçalves – Ed. Ave Maria

Juliano jamais imaginou que um de seus filhos se envolveria com drogas. Tampouco tinha ideia do turbilhão que enfrentaria durante anos, até encontrar apoio e motivação nos Grupos de Apoio Amor Exigente, AL-ANON e NAR-ANON. A partir do relato de Juliano Batista Gonçalves, Dependência e Codependência apresenta os desafios, as dificuldades e também a esperança dos pais de um dependente químico.

Como se estivesse à frente de uma reunião do Grupo Amor Exigente e os leitores fossem seus participantes, o autor introduz sua visão sobre drogas, dependência, codependência e grupos de apoio familiares, para então apresentar sua própria história.

Juliano e sua família enfrentaram angústia e medo, encararam seus próprios preconceitos, o preconceito alheio e lidaram com pessoas nem sempre bem-intencionadas antes de conhecerem os grupos que os levou à recuperação de seu filho.

No decorrer das páginas, o leitor acompanha o depoimento de outras pessoas que também se viram envolvidas com casos de dependência química em família, conhece os 12 passos para a recuperação de dependentes e codependentes e descobre que a codependência é tão grave quanto o vício em drogas, e como tal deve ser tratada.

Dependência e Codependência não é somente um livro sobre o poder devastador das drogas; é também uma obra que orienta aqueles que vivenciam a realidade da dependência química e mostra que a recuperação não é somente uma escolha particular, mas também familiar.

Atualização no Tratamento de Tabagismo



Analice Gigliotti e Sabrina Presman

Segundo a Organização Mundial de Saúde, o tabagismo é responsável por 4,9 milhões de morte ao ano, ou seja, dez mil mortes por dia. No Brasil, o problema não é muito diferente: 200 mil mortes por ano ocorrem em consequências do uso do tabaco. Os dados são alarmantes e, a continuar o atual ritmo do consumo de cigarros, a estimativa é de dez milhões de mortes em 2030. O panorama não deixa dúvidas: muito ainda precisa ser feito no combate ao tabagismo. Este livro nasce com o espírito de disseminar o conhecimento científico para além dos simpósios, de forma a torna-lo ferramenta permanente na luta contra o tabagismo. Os escritores convidados são renomados profissionais, dedicados não apenas ao estudo dos temas, mas à aplicação cotidiana das técnicas que ensinam.

Carga das doenças tabaco-relacionadas para o Brasil



ACTbr

A utilização de argumentos econômicos para distrair a atenção de legisladores, autoridades reguladoras e formadores de opinião faz parte do repertório de táticas utilizadas pela indústria do tabaco, aliados e grupos de frente para criar obstáculos à adoção de políticas públicas de controle do tabagismo comprovadamente eficazes na redução da prevalência do tabagismo.

Para conferir a publicação na íntegra, http://www.actbr.org.br/uploads/conteudo/721_Relatorio_Carga_do_tabagismo_Brasil.pdf

Tabaconomics - Como as grandes empresas de tabaco usam dados duvidosos para minar as políticas de saúde



ACTbr

O estudo analisa os gastos do país com doenças relacionadas ao tabaco e é o maior já feito no Brasil. Analisou dados de 2008 referentes a 15 doenças relacionadas ao tabaco e atualizou os valores monetários para 2011. O estudo foi coordenado pelos economistas Márcia Teixeira Pinto, do Instituto Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz, e Andrés Pichon Riviere, do Instituto de Efectividad Clinica y Sanitaria (IECS), da Argentina, com financiamento da Aliança de Controle do Tabagismo – ACT.

Para conferir a publicação na íntegra, http://www.actbr.org.br/uploads/conteudo/739_tabaconomics.pdf.

Tabagismo - Doença Que Tem Tratamento



Luiz Carlos Corrêa da Silva

O tabagismo é a fonte geradora de uma série de danos e doenças graves que acometem a população. No entanto, nem sempre os médicos o tratam como o foco principal de atenção, e os fumantes não têm clara a gravidade da sua doença e desconhecem os recursos disponíveis para o seu tratamento.

Neste livro, escrito em linguagem clara e objetiva, o Dr. Luiz Carlos Corrêa da Silva, um dos principais nomes da Pneumologia no País, e os diversos especialistas que aqui colaboram reúnem os conhecimentos necessários para que o tratamento da doença tabagismo tenha melhores resultados.

Trata-se de uma contribuição única para fumantes e comunidade em geral, assim como para todos os profissionais que têm a chance de atuar para a solução desse grave problema.

Quirkyalone (sósingular) - um manifesto para românticos irredutíveis



Sasha Cagen

Só singular s. pessoa que gosta de ser solteira (mas não se opõe a ter um relacionamento) e geralmente prefere estar sozinha a namorar só para fazer parte de um casal. De características únicas e espírito otimista; uma personalidade que transcende o estado civil. Também adj. De, relacionado a, o sósingulares encarnados.

Ver também: romântico, idealista, independente

Você é SÓSINGULAR? Você conhece alguém que seja?

Você acredita que a vida possa ser próspera e feliz com ou sem um companheiro?

Você dá o mesmo valor às suas amizades e aos seus relacionamentos românticos?

São os seus instintos que o guiam nas suas decisões mais importantes?

Você é muitas vezes um dos primeiros a ira para a pista de dança?

Em pares ou sozinhos, homens ou mulheres, extrovertidos ou retraídos, os sósingulares estiveram entre nós, invisíveis até agora. Por meio da criação de um novo mundo, essa tribo ganhou uma voz. Conheça os sósingulares.

“Sasha Cagen está fazendo algo que pode ser tão importante para as mulheres quanto A mística feminina foi anos atrás. Em "SóSingular", a autora Sasha Cagen mostra com estudos de caso, depoimentos e pesquisas de comportamento, que não somos apenas metades de casais: somos indivíduos distintos – tão completos e potencialmente felizes sozinhos quanto somos com nossas famílias ou amantes. Obrigada, Sasha, por nos dar essa orgulhosa e bem-pensada declaração de independência.” Barbara Ehrenreich, ensaísta política e analista social.

Drogas – Subsídios para uma discussão



Dra. Jandira Masur e Dr. E.A.Carlini

Sinopse: Um livro sobre drogas que não fala de dedo em riste contra seu uso nem promete paraísos de iluminação interior a seu favor, contribuindo ao contrário para uma séria discussão sobre sua liberação ou não. Neutro, extremamente bem informado sobre a realidade brasileira e muito clara, apresenta sem estatísticas alarmantes ou tabelas complicadas um estudo de todas as principais drogas hoje empregadas, inclusive o álcool e o tabaco, acabando com o mito das drogas “leves” e “pesadas”. Analisa as drogas proibidas, as ritualísticas e as de venda livre em farmácias, enfocando seu histórico, mecanismo de ação e efeitos a curto e longo prazo. Uma abordagem original por dois dos mais renomados psicofarmacólogos brasileiros do problema que tanto preocupa nossa sociedade.

Execução do Eu - O drama das Drogas e um caminho para a Recuperação



Joaquim Baçu

Sinopse: Um relato dramático e comovente em que um jovem de classe média revela como mergulhou no mundo das drogas e sua via-crucis em clínicas psiquiátricas e centros para tratamento de dependentes químicos. Descreve como várias vezes tentou provocar a morte e, finalmente, como descobriu um caminho próprio para a recuperação e o definitivo abandono do álcool e outras drogas. Este livro é para ser lido por pessoas que possuem ou não problemas com álcool e outras drogas. O testemunho de luta e de vida que encontramos nestas páginas emociona porque mostra a saída de um labirinto comumente visto como insolúvel pelos meios de comunicação usuais.. Joaquim Baçu nos mostra que é possível sair dos infernos que nós mesmos criamos. Isso é um ensinamento fundamental para todos nós.

Comportamento de Risco de Mulheres Usuárias de Crack em Relação à DST/AIDS



CEBRID

Pode-se fazer download gratuito no endereço: http://www.cebrid.epm.br/index.php

Drogas Psicotrópicas



CEBRID

Livreto Informativo do CEBRID (Centro Brasileiro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas)

Pode-se fazer download gratuito no endereço: http://www.cebrid.epm.br/index.php

Drogas: opção de perdedor



Dr. Flávio Gikovate – Psiquiatra

Sinopse: Crescer é um processo difícil, fascinante, sem fim. Todos queremos crescer, virar adultos, ser independentes e vencer na vida.

Para o adolescente é especialmente difícil. É preciso se definir em relação à família, à turma de amigos, assumir posições, criar a própria identidade. A sexualidade irrompe com toda sua força. A namorada ou o namorado é o próximo e o distante, o conhecido e o desconhecido, ao mesmo tempo. Amam-se pessoas diferentes e não se consegue agradar a todos.

Amar e ser amado! Eis a questão. Em que dose? A quem? Por quem? De que modo? Como nos orientar? O caminho das drogas é uma opção ou é coisa de perdedor?

Flávio Gikovate tem muita coisa a dizer sobre essas e outras questões, após longa e refletida experiência com o ser humano.

Analisando os ingredientes apresentados pelo autor, descubra a relação que cada um deles tem ou não com as drogas. A seguir construa com você seu próprio caminho.

123 respostas sobre Drogas



Dr. Içami Tiba - Psiquiatra

Sinopse: Ao palestrar em diversas ocasiões, Tiba concluiu que a maioria dos adolescentes é mal informada a respeito das drogas e dos seus efeitos e pensando nisso, reuniu no livro perguntas e respostas sobre curiosidades e dúvidas dos jovens, com exemplos retirados de seu próprio dia-a-dia. O tabagismo, a maconha, o crack, a cola, a heroína, a cocaína e outras drogas são discutidas através de perguntas e respostas esclarecedoras, estabelecendo um diálogo franco e aberto com o leitor.

Corações Descontrolados



Dra. Ana Beatriz Barbosa Silva – Psiquiatra

Sinopse: Corações descontrolados revela e explica as características da personalidade borderline (TPB), relatando em detalhes os sintomas do transtorno e o sofrimento que ocasiona tanto para os portadores quanto aos familiares e às pessoas do convívio mais íntimo. Ao entrelaçar análise clínica elaborada para o leitor leigo e a descrição de casos reais, a autora mergulha num universo ainda pouco difundido, pautado pela instabilidade afetiva e de humor.

A pessoa border, de modo geral, pode ser reconhecida por suas ações autodestrutivas, que abrangem uso de drogas, sexo sem proteção, atitudes lesivas contra si mesmo e terceiros, levando em grande parte dos casos às tentativas de suicídio. Em geral, o que está por trás das explosões de raiva é o mais profundo medo de rejeição, a dependência afetiva e uma insegurança patológica.

“Quem sofre desse transtorno vive uma constante hemorragia emocional; vez por outra sangra a alma e, não raro, o próprio corpo”, explica Ana Beatriz. Segundo ela, não é por outra razão que a questão afetiva seja a causa central dos sintomas apresentados pelos pacientes, e também a mais difícil de ser resolvida.

A personalidade borderline é descrita por comportamentos extremos, fortes e persistentes. O próprio termo em inglês, que quer dizer fronteiriço, limítrofe, já assinala para o fato de estas pessoas viverem no limite de suas emoções. Dessa forma, deixam-se levar pela impulsividade, pela tristeza e pelo medo. Com frequência, sentem ciúmes avassaladores e tendem a achar que todos estão contra elas, apresentando sintomas de depressão, com a sensação de vazio, insatisfação pessoal e instabilidade emocional.

A autora chama atenção para uma série de sutilezas e sobreposição de sintomas que podem confundir o diagnóstico, uma vez que o comportamento disfuncional pode estar associado a uma série de outros transtornos psiquiátricos, tais como ansiedade patológica, depressão, bipolaridade, TDAH e até mesmo psicopatia.

“Os limites da mente border são tênues e frouxos. Muitas vezes, apresentam quadros depressivos e eufóricos de duração variável; no entanto, ambos tendem a ser precipitados por acontecimentos externos imediatos. As pessoas borders são dependentes desses referenciais de desempenho imediato, uma vez que possuem sérias dificuldades de se autoavaliarem”, explica a psiquiatra.

Estima-se que 2% da população mundial apresente, em algum grau, os sintomas que caracterizam a personalidade borderline. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Associação de Psiquiatria Americana (APA), o transtorno acomete em sua maioria mulheres, cerca de 75% dos casos. Mas os homens também sofrem do problema, assim como os adolescentes de ambos os gêneros, fase em que normalmente o problema é deflagrado e agravado pela instabilidade da própria da idade e por vivenciarem as primeiras relações amorosas. A psiquiatra também analisa o sofrimento causado por pais borderlines a seus filhos, especialmente por mães, assim como o desenvolvimento do transtorno em crianças.

A autora ainda se vale de personagens célebres reais e fictícios para exemplificar comportamentos típicos de um borderline. Recorda o papel interpretado por Winona Ryder em Garota, interrompida, e a temperamental Maria Helena encarnada por Penélope Cruz em Vicky Cristina Barcelona. Na vida real, cita o comportamento autodestrutivo de Amy Winehouse e inclui Marylin Monroe, sempre envolta em relacionamentos conturbados, no hall das celebridades borderline.

Com sensibilidade, Ana Beatriz aproxima seus leitores do tema complexo ao relatar depoimentos carregados de emoção colhidos com pacientes que buscaram ajuda médica. “Sinto-me constantemente em uma corda bamba, como se a qualquer momento pudesse perder o equilíbrio e cair para um lado ou para outro. Estou sempre a um passo de perder o controle”, exemplifica a autora, no trecho da história contada por um paciente sobre sua instabilidade emocional.

Drogas: Maconha, Cocaína e Crack



Prof. Dr. RONALDO LARANJEIRA

Sinopse: Maconha é o início da escalada para o uso de outras drogas mais pesadas? Quais os efeitos do uso da maconha, da cocaína e do crack? Como saber se seu filho está usando drogas? Qual o papel da família no tratamento do dependente? Neste livro, os autores esclarecem os mitos sobre as drogas mais consumidas no país. Uma leitura decisiva para usuários, familiares, educadores e autoridades.

Só por Hoje - Amor Exigente



Beatriz Ferreira

Sinopse: A autora lidera, há muitos anos, o Movimento Amor-Exigente, em São Paulo. Este movimento foi, de certa forma, um movimento reativo, contra a linha extremista de liberdade e exageros na valorização da criança e do adolescente. O objetivo era fazer prevalecer regras e limites que dariam oportunidade de os filhos assumirem as consequências de suas ações e voltarem atrás, quando envolvidos com drogas ou dependentes químicos, para serem protegidos e/ou recuperados pelo grupo familiar. Aos 10 princípios do programa americano, foram acrescentados mais dois e, a partir desses doze princípios de um programa brasileiro, foram apresentados preceitos sem fronteiras para a organização da família. Portanto, Amor-Exigente é um programa dirigido a pais (e outros familiares), cujos filhos estão envolvidos com abuso de álcool e/ou drogas, e aos filhos, para que assumam a responsabilidade de seus próprios comportamentos. É um grupo de apoio e não um grupo terapêutico, que lhe apresenta um processo de mudança, que os pais poderão usar como guia e que lhes ajudará a encontrar seu bem-estar e, depois, o dos filhos. O grupo não diz o que os pais devem fazer, mas pode oferecer sugestões, esperança e partilha. Por isso, não há prescrições. Cada pai ou mãe faz seu próprio plano e obtém apoio do grupo em suas decisões. O grupo não advoga ou apóia abuso físico ou verbal. Diante da realidade da indústria da droga, legal e ilegal, todo jovem, em algum momento da vida, em seu grupo social e nas atividades mais cotidianas, tropeçará em algum tipo de droga e precisará estar preparado para este encontro. Sua família sente-se desamparada e precisa de apoio. Pais e mães, conscientes dos riscos aos quais seus filhos estão expostos, vivem em permanente inquietação. Muitos tentam negar essa realidade, consideram-na um problema “dos outros” e que não os atingirá. A maioria só procura ajuda quando o problema já está instalado. Mas é possível mudar esse quadro. A prevenção é a melhor alternativa e já existem métodos comprovados de orientação para ajudar pais e educadores a enfrentar essa difícil travessia. A finalidade deste livro é orientar os pais e formar grupos comunitários de apoio. Ele está composto de textos teóricos, extraídos da literatura sobre Amor-Exigente, de contribuições do padre Haroldo J. Rahm, SJ, e de um “manual do coordenador”. Este não é um livro original, ele apresenta técnicas do Amor-Exigente tanto para o trabalho de prevenção e orientação, como para a pesquisa e difusão de métodos atualizados que auxiliem a vencer as dificuldades relacionadas com o uso de drogas.

Violência Contra Crianças e Adolescentes: Teoria, Pesquisa e Prática



Luísa F. Habigzang e Silvia H. Koller

Sinopse: O livro divide-se em três partes, sendo “Violência no contexto familiar”, do primeiro capítulo ao nono, “Violência em outros contextos”, do décimo capítulo ao décimo quinto, e “Intervenções em situações de violência”, abordagem dos demais capítulos. Nos capítulos são fornecidos subsídios teóricos e práticos sobre as principais discussões na área sobre violência contra crianças e adolescentes.

Luísa Fernanda Habigzang é psicóloga pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos; Mestre e Doutora em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; Pós-doutoranda em Psicologia pela UFRGS. Silvia H. Koller é Doutora em Educação pela PUCRS; professora do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFRGS.

No primeiro capítulo, denominado “Rede de apoio social e representação mental das relações de apego de crianças vítimas de violência doméstica”, de autoria de Mayer e Koller, encontra-se a importância de duas variáveis no desenvolvimento de crianças vítimas dessa violência, sendo elas as redes de apoio e a representação mental das relações de apego. As autoras destacam que a identificação “da rede de apoio social de crianças, principalmente diante de situações de risco, podem acrescentar novos conhecimentos e subsidiar ações que visem desenvolver meios para minimizar e atenuar riscos. O apego, por sua vez, é a base para o reconhecimento e o desenvolvimento de relações estáveis e recíprocas, que são fundamentais para a formação de uma rede de apoio” (p.21).

No capítulo dois, intitulado “Abuso emocional parental contra crianças e adolescentes”, Antoni fornece subsídios para a identificação do abuso emocional em crianças, mostrando o impacto dessa violência e trazendo algumas estratégias de intervenções, baseadas em cinco aspectos principais: responsabilidade legal, tratamento aos abusadores, tratamento da criança abusada, tratamento da criança testemunha da violência conjugal e o tratamento da família que vivencia a violência.

O “Perfil da violência em famílias com história de abuso físico”, título e tema do terceiro capítulo, de autoria de Antoni e Koller, traça o perfil da violência intrafamiliar, avalia a interação dos conflitos entre os membros da família, os motivos, a frequência, a severidade e as estratégias adotadas para a resolução dos conflitos.

O quarto capítulo, “Desvendando segredos e dinâmicas familiares no abuso sexual”, elaborado por Santos, Pelisoli e Dell’Aglio, permite ao leitor conhecer padrões e dinâmicas familiares nos casos de abuso sexual infantil, a revelação de um segredo, o apoio à vítima e aos familiares envolvidos.

A percepção que meninas vítimas de violência sexual têm sobre si, sobre os outros e sobre o futuro é o foco central do estudo realizado por Hatzenberger, Habigzang e Koller, no quinto capítulo, com o título de “Análise das percepções que meninas vítimas de violência sexual têm sobre si, os outros e o futuro”, sendo que as autoras também realizam um mapeamento da tríade cognitiva.

No capítulo seis, “Violência na adolescência e formação da autoestima”, Assis, Avanci, Machado, Silva e Oliveira realizaram uma pesquisa com adolescentes de escolas públicas e particulares no município de São Gonçalo/RJ, cujo objetivo foi identificar a relação da violência na formação da autoestima de adolescentes. Concluíram que “não há dúvida do efeito nefasto das diferentes formas de violência sobre a saúde de crianças e adolescentes, embora ainda engatinhamos metodologicamente na capacidade de mensuração de um atributo tão complexo quanto à violência” (p. 91).

Em “Exposição ao abuso sexual infantil e suas repercussões neuropsicobiológicas”, elaborado por Borges e Dell’Aglio, apresentado no sétimo capítulo, são descritas as consequências do abuso sexual, destacando as repercussões neuropsicobiológicas do transtorno de estresse pós-traumático. Os autores revisam resultados encontrados em amostras com crianças e mulheres vítimas de abuso sexual e sugerem intervenções precoces junto às crianças vitimadas.

O oitavo capítulo, “Abuso sexual contra meninos”, Hohendorff, Bavaresco, Habigzang e Koller levantam, por meio da literatura, as características gerais das vítimas, dos agressores e do episódio abusivo e demonstram a necessidade de tratamento psicológico das vítimas, apresentando um caso clínico. Já no capítulo nove, “Adolescentes que abusam sexualmente de crianças ou de outros adolescentes”, Bianchini e Antoni apresentam o perfil dos adolescentes que abusam de crianças ou adolescentes e indicam a falta de pesquisas realizadas com esta população.

Possivelmente, as reflexões e contribuições dos autores da primeira parte desta obra possam atender aos questionamentos de Anna Arendt (1990), quando considerava que nenhum estudioso deveria ser alheio ao imenso papel que a violência sempre desempenhou nos assuntos humanos e que se surpreendia com quão pouco este fenômeno foi interrogado e investigado pelos cientistas. A parte I – Violência no contexto familiar – escrita com rigor e profundidade, considera as diferentes faces da violência, com maior ênfase no abuso sexual.

Amazarray e Koller, autoras do décimo capítulo “Assédio moral e violência psicológica”, discutem sobre a inserção de adolescentes e jovens no mercado de trabalho e como os riscos de sofrer com a violência psicológica e o assédio moral no trabalho podem tornar-se incidentes.

“Trabalho e violência” é o tema do décimo primeiro capítulo, elaborado pelas autoras Thomé, Telmo e Koller, no qual é relatada uma pesquisa com milhares de jovens de 14 a 24 anos. Dentre outras considerações, observou-se que ainda existem discriminações em virtude de aspectos que representam vulnerabilidade, como ser jovem, mulher, ser indígena, rural, pobre ou ter pouca educação. Já no capítulo doze, cujo tema é “Crianças em situação de rua”, de Finkler, Santos, Obst e Dell’Aglio, relaciona-se a violência contra crianças e adolescentes que, de alguma forma, brincam ou moram nas ruas.

No capítulo treze, os autores dissertam de que forma a vulnerabilidade familiar pode influenciar em questões como a violência e como a falta de atendimento personalizado nos abrigos, a rigidez e a inflexibilidade trazem consequências comportamentais, psicopatológicas e dificuldades de enfrentarem aspectos da vida diária deles. A violência na escola é o tema discutido por Lisboa e Ebert no décimo quarto capítulo, no qual apresentam o bullying como subtipo de violência e definem os seus papéis sociais, englobando agressores, vítimas, agressores-vítimas, testemunhas, seguidores e defensores.

Pereira e Williams descrevem no capítulo quinze uma pesquisa que realizaram em Curitiba, em 2009, com 668 estudantes de quinta a oitava séries, de três escolas públicas. Os resultados apontaram que temas como a evitação de drogas, álcool, cigarros e violência são aceitos pelos jovens, mas que eles defendem de forma pouco prática seus objetivos sociais de paz, amor, alegria e saúde, que foram os temas mais citados pelos estudantes.

Os capítulos dez a quinze, que compõem a parte II da obra – Violência em outros contextos – apontam para as diferentes dinâmicas e modalidades de violência que afetam a juventude e põem em destaque a violência nas escolas, destacando que ela tem se tornado um dos principais focos das preocupações e queixas dos professores, gestores, pais e alunos e, em geral, com uma tônica de impotência, inércia, certo imobilismo e solidão. As ações preventivas e a descrição rigorosa das situações de violência escolar ampliam o repertório de todos os envolvidos nessa complexa dinâmica.

O décimo sexto capítulo, denominado de “Entrevista clínica com crianças e adolescentes de vítimas de abuso sexual”, é de autoria de Habigzang, Stroeher, Hatzenberger, Cunha e Ramos. Nele constam definições e conceitos teóricos e práticos sobre o abuso, bem como técnicas que orientam sobre o setting terapêutico, a revelação do abuso, a prática do entrevistador e um modelo de entrevista semiestruturada.

A “Grupoterapia cognitivo comportamental para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual” é o tema do capítulo dezessete, no qual é descrito o modelo de grupoterapia e os instrumentos de manejo utilizados em cada uma das dezesseis sessões aplicadas no tratamento com as vítimas de abuso. O capítulo é obra das autoras Habigzang, Stroeher, Hatzenberger, Cunha e Koller. No capítulo dezoito, Ramos e Teodoro discutem a importância da capacitação dos profissionais que trabalham com vítimas de violência na infância e na adolescência. Fundamentam sua discussão na formação teórico-prática de maior qualidade para todos os profissionais envolvidos com vítimas de qualquer forma de violência e formulam propostas para uma melhor capacitação, inclusive com caráter mais interdisciplinar.

O décimo nono capítulo tem como título e tema “Maus-tratos contra crianças e adolescentes e o papel dos profissionais de saúde”. A principal discussão é a questão da identificação das diversas formas de violência e sua notificação, ao mesmo tempo em que informa sobre o nível de preparo dos profissionais de saúde envolvidos no processo de violência. As autoras Bannwart e Brino também fazem recomendações sobre cursos de capacitação para profissionais ligados à violência contra crianças e adolescentes.

O último capítulo desta obra, das autoras Souza, Amazarray, Poletto e Koller, tem como título “Juventude em cena: tecnologia social para a promoção da cidadania e enfrentamento à violência”. Nele é apresentado um programa utilizado com meninos e meninas de rua de vários programas e instituições da região de Porto Alegre/RS. O centro de estudos psicológicos do Rio Grande do Sul (CEP-RUA) foi o órgão responsável por aplicar o programa, que teve o intuito de ensinar, pesquisar e possibilitar estratégias de intervenção em crianças e adolescentes vítimas de abuso e violência.

Njaine e Minayo (2003) já afirmavam, há uma década, que as sugestões dadas pelos alunos para prevenir a violência nas escolas e melhorar a situação atual demonstraram um leque de possibilidades que dão uma visão do dinamismo desse processo [...] (p.132). Portanto, as descrições e propostas de intervenções em situações de violência, parte III da obra em tela, capítulos 16 a 20, instrumentalizam os profissionais que desejem capacitar-se no atendimento a crianças e adolescentes vítimas de violência. Merece especial destaque o capítulo dezessete “Grupoterapia cognitivo comportamental para crianças e adolescentes vítimas de abuso sexual: descrição de um modelo de intervenção”, uma vez que as autoras afirmam que o formato grupal tem apresentado resultados superiores no tratamento de crianças e adolescentes que experienciaram o abuso sexual.

Essa obra foi considerada um marco teórico para o nosso grupo de pesquisas, pois ao mesmo tempo em que preenche uma lacuna no campo teórico, contribui com rigorosas pesquisas para o entendimento das violências contra crianças e adolescentes. Ela convoca a todos – profissionais, pais, professores e sociedade civil – a abandonar o confortável lugar da indiferença e, de forma ética, técnica e competente, proteger e acolher as nossas crianças. Recomendamos a leitura da obra.

Referências Bibliográficas
Arendt, A (1990). As origens do totalitarismo. São Paulo: Companhia das Letras.
Njaine, K.; Minayo, M. C. S. (2003). Violência nas escolas: identificando pistas para a intervenção. Interface – Comunicação, Saúde e Educação, v.7, n.13, p.119-134.

Cloves Amorim 1
1 Mestrando em Educação PUCPR (2011). Professor Titular da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.
² Acadêmicos (as) do curso de graduação em Psicologia da Faculdade Evangélica do Paraná.
Jocilaine F. Ferreira²
Keila F. do Nascimento²
Willian R. do Amaral²

Fonte: http://www.msmidia.com/ceprua/arquivos/livro12.pdf

Descascando a Cebola



CoDA

É uma publicação endossada pela Conferência de Serviços Mundial de CoDA, que foi traduzida para o Português e lançada em setembro de 2013 com autorização expressa do CoDA mundial.

Trecho deste livreto:

Para compreender profundamente a nossa codependência, procuramos olhar para dentro de nós mesmos, num trabalho contínuo de “descascar a cebola”. A cebola representa nossas ações durante a infância e como essas ações afetaram negativamente cada fase de nossas vidas. Nossa meta é chegar gentilmente a um novo nível de compreensão da dor que ainda carregamos, e da qual ainda não nos recuperamos o suficiente até agora.

Começamos por definir a nossa codependência. Do ponto de vista emocional, precisamos superar o trauma da criança que manipulava a si mesmo para sobreviver. Para entender o que significa ter sido uma criança totalmente indefesa, que dependia de pais inadequados ou ausentes, temos que considerar nosso relacionamento com nossos cuidadores primários. Vamos perceber que fomos mal preparados para cuidar das nossas necessidades. Alguns de nós assumimos as falhas dos nossos cuidadores, absorvendo sentimentos intermináveis de desgosto contra nosso corpo e suas funções. Experimentaremos controle e manipulação através da linguagem, de insinuações, envolvimento e/ou abandono.

“Remover as camadas” é necessário pela intensidade e profundidade desta traição. Ao abrir nossos corações iniciamos o processo, desta vez, substituindo a autodepreciação pela compaixão por nós mesmos. O processo requer que nos desliguemos de todas as práticas que usávamos para nos corrigir. Em vez disso, utilizamos e valorizamos as ferramentas de recuperação de CoDA (Padrões e Características de Codependência, os Doze Passos, um padrinho/madrinha, um Grupo e o nosso Poder Superior). Em recuperação aprendemos a separar o passado e desenvolver consciência das novas escolhas em nossa vida.

Para adquiri-lo, acesse: http://www.codabrasil.org/descascando-a-cebola/

CoDependentes Anônimos – Livro Azul do CoDA, edição condensada



CoDA

É uma publicação endossada pela Conferência de Serviços Mundial de CoDA, que foi traduzida para o Português e lançada em setembro de 2012 com autorização expressa do CoDA mundial. Este livro apresenta toda a programação do CoDA, isto é, os 12 Passos, as 12 Tradições e as 12 Promessas da recuperação de forma aprofundada.

Para adquiri-lo, acesse: http://www.codabrasil.org/codependentes-anonimos/

Isto Resulta Como e Por quê



NA

Sinopse: O livro trata dos Doze Passos e das Doze Tradições de Narcóticos Anônimos. É verdade que, seja sob a forma escrita ou oral, nada do que se diga sobre algo tão pessoal ou individual como a recuperação poderá agradar a toda a gente. Este livro não pretende ser nem um estudo exaustivo dos passos e das tradições de NA, nem a palavra final sobre qualquer aspecto da recuperação ou da unidade de NA. Pretende antes ajudar-te a encontrares a tua própria interpretação dos princípios contidos nos nossos passos e tradições. Esperamos que ao longo destas páginas encontres crescimento pessoal, compreensão e empatia. Rezamos para que avances para um novo estado de entendimento da tua recuperação e do lugar valioso que ocupas como membro de Narcóticos Anônimos. Cada membro de NA contribuiu de certa forma para este livro. Quer sejas recém-chegado ou alguém já com algum tempo, a tua experiência, o teu apoio e, acima de tudo, a tua presença nas salas onde adictos se reúnem para partilhar recuperação, têm sido as forças motivadoras para que se fizesse este livro. Embora o processo de se escrever um livro sobre a experiência de uma irmandade tão diversa como a nossa tenha sido moroso, vimos como todas as barreiras e todos os obstáculos se dissolveram à luz do nosso propósito primordial: transmitir a mensagem ao adicto que ainda sofre. Esse único propósito, claro e poderoso, destaca-se na nossa consciência coletiva como a única coisa que realmente interessa. Com ele, tudo é possível e os milagres acontecem. Foi a natureza do processo de recuperação que nos deu o título para este livro. Depois de tudo dito e feito, houve uma verdade fundamental que emergiu como o centro do nosso programa: ISTO RESULTA. As razões por que o nosso programa resulta, o como e o porquê da recuperação, podem encontrar-se em muitos sítios: em cada um de nós, na nossa relação com um Poder Superior, nos nossos corações e mentes e, finalmente, na sabedoria coletiva dos nossos membros. O esforço principal no desenvolvimento deste livro recaiu em tentarmos capturar a nossa sabedoria coletiva em palavras. Julgamos assim que o título deste livro será o mais adequado: Isto Resulta - Como e Porquê. Esperamos que este livro represente verdadeiramente o valor terapêutico de um adicto a ajudar outro. Oferecemos este livro como uma dádiva, de adicto para adicto, na esperança de que o nosso amor e a nossa preocupação por todo o adicto que esteja a pôr em prática o nosso modo de vida, sejam aqui tão evidentes quanto nós os sentimos. Usa e toma partido deste livro. Partilha-o com os teus amigos, com o teu padrinho ou madrinha, e com as pessoas que apadrinhas. Afinal de contas, é partilhando uns com os outros que encontramos as nossas próprias respostas, o nosso próprio Poder Superior; e o nosso próprio caminho em recuperação.

Viver Sóbrio - Alguns métodos usados por membros de A.A. para não beber



AA

Sinopse: Milhões de pessoas são portadoras da doença do alcoolismo. A ciência médica não explica sua "causa", mas os médicos especialistas em alcoolismo garantem que um só gole traz contratempo ao alcoólico ou bebedor-problema. O livro traz ensinamentos e filosofias sobre como ficar sóbrio, o que não é absolutamente desagradável como prevíamos, mas sim, algo que começamos a desfrutar e considerar mais excitante do que nossos dias de bebedeira. O livro promete mostrar como.

Sobre o título: Mesmo as palavras “ficar sóbrio” – quanto mais viver sóbrio – ofendiam muitos de nós quando as ouvíamos pela primeira vez. Embora tivéssemos bebido um bocado, jamais nos sentíamos bêbados e estávamos convencidos de que nem mesmo parecíamos embriagados.

Muitos de nós nunca cambaleávamos, caíamos ou enrolávamos a língua; muitos outros nunca cometeram desordens, nunca perderam um dia de trabalho ou, positivamente, jamais foram internados em hospitais nem presos por embriaguez.

Conhecíamos muitas pessoas que bebiam muito mais do que nós e outras totalmente incapazes de controlar a bebida. Nós não éramos assim. Por isso, a sugestão de que talvez devêssemos “ficar sóbrios” era quase insultante.

Além disso, parecia desnecessariamente drástica. Como poderíamos viver assim? Certamente nada de mal poderia haver nuns dois aperitivos no almoço de negócios, ou antes, do jantar. A gente não tem o direito de tranqüilizar-se com uns tragos ou algumas cervejas antes de dormir.

Contudo, depois que aprendemos algumas realidades sobre a doença chamada alcoolismo, mudamos de opinião. Nossos olhos abriram-se para o fato de que, ao que parece, milhões de pessoas são portadoras da doença do alcoolismo. A ciência médica não explica sua “causa”, mas os médicos especialistas em alcoolismo garantem que um só gole traz contratempo ao alcoólico ou bebedor problema. E nossa experiência confirma isso com exuberância.

Desta maneira, não beber nada – isto é, ficar sóbrio – torna-se a base da recuperação do alcoolismo. E repetimos para frisar bem: viver sóbrio não é absolutamente desagradável, aborrecido e desconfortável como prevíamos; é, sobretudo, algo que começamos a desfrutar e a considerar mais excitante do que nossos dias de bebedeira. Vamos mostrar-lhe como.

Alcoólicos Anônimos - O livro azul



AA

Prefácio na Quarta Edição em 2001

Esta quarta edição de "Alcoólicos Anônimos" veio a público em novembro de 2001, no começo de um novo milênio. Desde a terceira edição, que foi publicada em 1976, o número de membros de A.A. dobrou, atingindo mais de dois milhões de pessoas, com cerca de 100.800 grupos reunindo-se em aproximadamente 150 países.

A literatura tem desempenhado um importante papel no crescimento de A.A. Um fenômeno notável no último quarto de século foi a explosão de traduções de nossa literatura básica para inúmeros idiomas e dialetos. Em cada um dos países em que a semente de A.A. foi plantada, ela primeiro fincou raízes lentamente, passando a crescer a passos largos a partir do momento em que se divulgou a literatura.

Atualmente o livro "Alcoólicos Anônimos" está traduzido em quarenta e três idiomas.

À medida que a mensagem de recuperação alcançava um número cada vez maior de pessoas, ela também passou a afetar as vidas de uma crescente variedade de alcoólicos. Quando a frase "Somos pessoas que, normalmente, não se encontrariam juntas" (página 47 deste livro) foi escrita em 1939, ela se referia a uma Irmandade composta em sua maioria por homens (e umas poucas mulheres) provenientes de um ambiente social, étnico e econômico bastante parecido. Como muitas outras partes do texto básico de A.A., estas palavras revelaram-se muito mais proféticas do que nossos membros fundadores sequer poderiam imaginar. As histórias acrescentadas a esta edição2 representam a participação em nossa Irmandade de pessoas cujas características – de idade, gênero, raça e cultura – se ampliaram e se aprofundaram para incluir virtualmente qualquer indivíduo que os nossos primeiros cem membros poderiam esperar atingir.

Enquanto nossa literatura preserva a integridade da mensagem de A.A., amplas mudanças na sociedade como um todo se refletem em novos hábitos e procedimentos dentro da Irmandade. Por exemplo, aproveitando-se dos avanços tecnológicos, os membros de A.A. que dispõem de computador podem participar de reuniões por Internet, compartilhando com companheiros alcoólicos de todo o país e do mundo inteiro. Em qualquer reunião, em qualquer lugar, os AAs compartilham entre si experiências, forças e esperanças com o propósito de manterem-se sóbrios e ajudarem outros alcoólicos. Modem a modem ou cara a cara, os AAs falam a linguagem do coração em todo o seu poder e simplicidade.

O Livro Alcoólicos Anônimos pode ser encontrado em qualquer Grupo de A.A. ou nos Escritórios Locais de A.A. Também está disponível em audiobook.

Só por Hoje - Meditações Diárias para adictos em recuperação



NA

O livro Só por Hoje, é fruto de quase uma década de trabalho da parte da irmandade de NA. O interesse sério em criar um livro de meditação diária para membros de NA surgiu logo após a aprovação do nosso Texto Básico, em 1982. Entre 1984 e 1989, centenas de membros e dúzias de subcomitês locais de literatura desenvolveram cerca de mil páginas de material original. Em 1989 e 1990, o Comitê de Literatura da Conferência Mundial de Serviço começou a experimentar métodos para transformar esse material em um livro diário entrou em plena fase de execução. Em novembro de 1991, o livro estava pronto. O que segue é a declaração de propósitos desenvolvida pelo nosso comitê, em julho de 1990, para orientar o trabalho a ser feito com o Só por Hoje: "O propósito do Só por Hoje é oferecer uma ampla variedade de temas de meditação para adictos em recuperação. Esses temas incluem desde os quebra-galhos da recuperação até a vasta série de conceitos espirituais intangíveis existentes. O livro é destinado aqueles em todas e quaisquer fases da recuperação, independente do tempo limpo. Esperamos que transmita, encoraje e até mesmo inspire a alegria inerente à recuperação. Por incluir, deliberadamente, grande variedade de pontos de vista, conceitos e assuntos, esperamos que abranja a diversidade de nossa irmandade e ofereça a cada indivíduo aquilo que ele ou ela necessita a qualquer momento." Existem inúmeras maneiras de se utilizar este livro. Os membros de NA são estimulados a usá-lo como parte de seu programa diário de recuperação. Você poderá utilizá-lo pela data de calendário, do começo até o fim, ou da maneira que melhor lhe aprouver. Nós também incluímos um índice de assuntos no final do livro, caso deseje associar sua meditação a um assunto específico. Os grupos de Narcóticos Anônimos poderão desejar incluir o Só por Hoje como uma parte regular do seu formato de reuniões. Desse modo, no início da reunião, um membro do grupo lerá a meditação do dia, além das passagens do "Livreto Branco", lidas pela maioria dos grupos. Outros grupos poderão dar início a reuniões de Só por Hoje, em que a meditação do dia ou um pensamento sobre um tema específico será usado para estimular o debate. Narcóticos Anônimos é um programa espiritual que busca unir adictos - impotentes perante sua adicção - a um poder maior que eles. Por esta razão, você encontrará neste livro inúmeras referências a oração, meditação, "Deus", "o Deus da nossa compreensão" e um "Poder Superior". No entanto, lembre-se, por favor, de que cabe inteiramente a cada membro a sua forma de abordagem à espiritualidade. Observe que os números das páginas do Texto Básico que se seguem à maioria das citações iniciais se referem à 5ª Edição de Narcotics Anonymous*. Somos gratos pela oportunidade de participar deste projeto. Esperamos que, nos anos que virão, Só por Hoje seja útil a você, seu grupo e a irmandade de NA como um todo. Obrigado por nos deixar fazer parte do serviço.

Para adquirir, acesse: http://www.csa-saopaulo.org/folhetos-livros-livretos.php ou http://www.estantevirtual.com.br/q/so-por-hoje

Livro azul dos Narcóticos Anônimos



NA

Apresenta e aprofunda toda a programação de recuperação do NA, os 12 Passos, as 12 Tradições e os 12 Conceitos para o Serviço de NA e muito mais. Trecho do Livro

"Não estávamos orientados para a realização pessoal; focalizávamos o vazio e a falta de sentido em tudo."

Pág. 97 - Em nossa adicção ativa, provavelmente centenas de vezes quisemos nos tornar outra pessoa. Podemos ter desejado trocar de lugar com alguém que tivesse um belo carro ou uma casa maior, um emprego melhor, uma companheira mais atraente – qualquer coisa diferente do que tínhamos. Tão forte era nosso desespero que dificilmente podíamos imaginar alguém em pior situação que nós mesmos.

Em recuperação, podemos descobrir que estamos experimentando um outro tipo de inveja. Podemos continuar a comparar nosso interior com o exterior dos outros e ainda sentir como se não tivéssemos o suficiente. Podemos pensar que cada um, do mais novo ao mais antigo membro, fala melhor do que nós nas reuniões. Podemos pensar que cada um está trabalhando melhor o programa porque tem um carro melhor, uma casa maior, mais dinheiro e assim por diante.

O processo de recuperação experimentado através dos Doze Passos vai nos tirar da atitude de inveja e baixa auto-estima para um lugar de realização espiritual e profunda gratidão pelo que realmente temos. Percebemos que nunca quisemos trocar de lugar com os outros, pois o que encontramos dentro de nós mesmos não tem preço.

Para adquirir, acesse: http://www.csa-saopaulo.org/folhetos-livros-livretos.php ou http://www.estantevirtual.com.br/q/Narcoticos-Anonimos

Felicidade Autêntica



Dr. Martin Seligman

Neste livro, o conceituado psicólogo Martin E. P. Seligman apresenta um dos mais notáveis e reveladores estudos científicos feitos até hoje, baseado na idéia revolucionária da Psicologia Positiva. Numa narrativa simples e direta, Seligman apresenta passo a passo suas descobertas sobre felicidade e longevidade e de que maneira podemos dar nossa parcela de contribuição para um mundo melhor e alcançar níveis sustentáveis de alegria, gratificação e significado autênticos em nossas vidas.

Na primeira parte de Felicidade Autêntica, o autor trata de emoções positivas momentâneas e se detém , em particular, a oferecer respostas sensatas, baseadas em pesquisa científica, às seguintes questões ? Por que a evolução nos dotou de sentimentos positivos? Quais são as funções e conseqüências dessas emoções, além de nos fazer sentir bem? Quem tem emoções positivas em abundância e quem não tem? O que permite e o que impede essas emoções? Como integrar mais emoção positiva e estável à vida?

Todo mundo procura as respostas a essas perguntas, e é natural recorrer à psicologia para isso. O resultado é a surpresa ao perceber o quanto o lado positivo da vida foi negligenciado. Para cada cem artigos de jornal sobre tristeza, como observa Seligman, apenas um é escrito sobre felicidade. O objetivo principal deste livro é corrigir o desequilíbrio, incentivando o campo da psicologia a complementar seu conhecimento acumulado sobre sofrimento e doença mental com novos conhecimentos sobre emoções positivas, virtudes e forças pessoais.

Quando o bem-estar é fruto da integração das nossas forças e virtudes, a vida fica imbuída de autenticidade. O autor se concentra na identificação das forças pessoais típicas de cada personalidade e de que forma conhecê-las pode significar o caminho para o maior sucesso na vida e a mais profunda satisfação emocional.

Positividade



Barbara Fredrickson

Descubra a força das emoções positivas, supere a negatividade e viva plenamente.

Considerada uma sumidade mundial em psicologia social, ciência afetiva e psicologia positiva, a dra. Barbara L. Fredrickson compartilha com o público, em Positividade - Descubra a força das emoções positivas, supere a negatividade e viva plenamente, o conhecimento de quem há mais de vinte anos estuda a positividade, usando-a como uma ferramenta para transformar vidas. Longe de pregar o dia a dia baseado em sorrisos artificiais, Fredrickson ensina como atingir o equilíbrio entre as emoções positivas e negativas. Todos sabem que a negatividade tem o poder de sugar energias e contaminar relações pessoais e profissionais; contudo, desconhecem o poder e a capacidade de transformação da positividade. Na contramão da maioria dos especialistas em emoções, que se concentram na negatividade e nos males causados por ela (como a depressão), a autora mostra, com fluidez, os benefícios ilimitados de se injetar emoções positivas em nosso cotidiano.

Aprenda a ser otimista



Dr. Martin Seligman

Martin Seligman é uma das maiores autoridades mundiais em psicologia positiva, desamparo, controle das emoções, depressão, otimismo e pessimismo. Destaco que esse livro foi escrito para o público leigo em psicologia, o que o torna mais acessível ainda. Apesar de conter vários questionários, pesquisas e estatísticas, foi moldado para ser aproveitado por pessoas que não são da área de psicologia, o que se pode comprovar de forma fácil pela leitura da obra, que flui com clareza e facilidade.

Ensina os benefícios do otimismo e os malefícios do pessimismo. Cada afirmação que o autor faz é baseada em pesquisas sérias. O livro não traz teorias, tudo o que é afirmado tem implicações na vida prática. Ensina técnicas comprovadas e poderosas para controlar os pensamentos pessimistas. O livro narra 20 anos de pesquisas sobre o tema "otimismo". Ao mesmo tempo, convence o leitor de maneira irrefutável de que pensamentos pessimistas trazem depressão e pioram o desempenho pessoal em diversas áreas. Os pesquisadores prevêm resultados de campanhas políticas baseados no nível de otimismo dos candidatos - e acertam!

A Guinada



Chip Heath e Dan Heath

"Por que é tão difícil promover mudanças positivas e duradouras", desafiam-nos os autores na contracapa do livro. Este livro aborda a psicologia das mudanças. Muitas vezes estamos convencidos que existem razões suficientes para convencer as pessoas para mudarem, mas quando parte-se para a execução, as coisas não saem e a mudança não ocorre.

Ou, as vezes, dá-se um primeiro passo, mas em seguida volta-se ao status quo dante. Por que isso acontece? Por que é tão difícil promover mudanças?

Os irmãos Heath, depois de longos estudos, chegaram à conclusão que a parte do convencimento "racional" é apenas metade do problema (ou da solução). Além da componente Racional existe outra metade igualmente importante que é Emocional.

Os autores trazem à tona a teoria - ou a excelente explicação - do psicólogo Jonathan Haidt, autor de 'Uma Vida que vale a Pena', que usa a analogia do Elefante e seu Condutor. Juntos são uma excelente dupla. O Condutor raciocina, mas não consegue realizar as tarefas sem a força do Elefante. O Elefante por sua vez tem força e perseverança imbatíveis, mas é incapaz de tomar uma decisão ou manter-se muito tempo em um caminho novo. Enfim, um precisa do outro. Da mesma forma os dois lados do cérebro.

Para se conseguir uma mudança (Switch em inglês) ou guinada, não basta convencer o Condutor (lado racional do cérebro), é necessário também motivar o Elefante (lado emocional).

Tentar apenas motivar o Elefante também não funciona sozinho, porque mesmo motivado, sem um Condutor a mantê-lo no novo caminho, se o Elefante "vir" o antigo caminho, tende a voltar a ele com muita facilidade, portanto precisa do Condutor "racional" para manter-se no novo rumo. Enfim, Dan & Chip Heath contam inúmeras histórias em que mudanças radicais foram possíveis.

Alquimia emocional



Tara Bennett-Goleman

"Em seu livro, Tara Bennett-Goleman oferece um método destinado a acalmar a mente e libertá-la das emoções perturbadoras: a aplicação prática da plena consciência na esfera da emoção. Ela mostra às pessoas como usar a plena consciência para afrouxar o domínio dos hábitos mentais e emocionais que as impedem de serem felizes." — Dalai Lama

Inveja, ódio, orgulho, ganância. Sentimentos negativos / mente e corpo doentes. A associação entre o que pensamos e como nos sentimos é um consenso entre pesquisadores. Escrito por Tara Goleman, ALQUIMIA EMOCIONAL traz um desdobramento das pesquisas que há mais de uma década ela e o marido, Daniel Goleman, vêm desenvolvendo e que se baseiam em como aplicar a plena consciência à vida emocional. No prefácio da obra, o Dalai Lama prossegue: a paz interior será a grande chave que nos permitirá enfrentar com coragem e força os percalços da vida. Embasada nos ensinamentos da filosofia budista e em seus estudos sobre a emoção, Tara criou o conceito de alquimia emocional. Um estudo que integra a meditação da plena consciência com a psicologia budista, aliadas a uma nova dimensão da terapia cognitiva e da neurociência.

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes



Stephen Covey

Vencer é um hábito. Assim como fracassar. Isso explica a obsessão de Stephen R. Covey, consultor empresarial e escritor de sucesso, com os hábitos das pessoas bem-sucedidas. Vinte e cinco anos de experiência, reflexão e pesquisa o convenceram de que sete hábitos: Ser Proativo, Liderança Pessoal, Administração Pessoal, Liderança Interpessoal, Comunicação Empática, Corporação Criativa, Auto-renovação Equilibrada, distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas daquelas que fracassam ou precisam sacrificar o equilíbrio e a felicidade para ter êxito. Com isso, o livro foge do convencional em obras sobre administração e propõe a síntese definitiva entre eficácia profissional e satisfação pessoal. Ele nos revela como conseguir a paz de espírito a nível interno e conquistar a confiança das pessoas a nível externo buscando as origens do comportamento humano no caráter das pessoas, em seus princípios, em vez de apenas sugerir posturas.

Stephen Covey fornece uma poderosa filosofia de vida que também é a melhor garantia de sucesso rio mundo dos negócios. Uma combinação perfeita de visão, compreensão e experiência prática.

Qualidade começa em mim: manual neurolinguistico de liderança e comunicação



Tom Chung

Existe a possibilidade de o indivíduo assumir o controle total da sua qualidade de vida? O autor apresenta estratégias e habilidades interiores que ajudam a ampliar a visão e propiciam uma definição consciente dos rumos e metas que a pessoa vai estabelecer para si mesma. Neste livro, Tom Chung, ensina que uma das principais ferramentas para isso é a Neurolinguística, que parte do princípio de que todos nós temos os mesmos recursos mentais e neurológicos para realizar tudo aquilo que podemos ser. Sabemos que isso é uma verdade, mas então por que uns conseguem atingir esta qualidade e outros não? O que isso tem haver com maturidade de vida?

Isto ocorre porque a vida é energia em movimento. Então precisamos nos movimentar, mudando os nossos paradigmas, ter mais flexibilidade, usar todas as experiências pelas quais passamos, sejam elas boas ou ruins, como ferramentas de evolução e é com elas que construímos os nossos Mapas. Estes mapas nos mostram as saídas diante de situações que surgem em nosso caminho.

Precisamos ter bem definido também qual o nosso Objetivo de Vida. Mas, para colocarmos tudo isso em movimento precisamos de um ingrediente fundamental que é a Coragem para realizar as mudanças necessárias.

Psicologia Positiva: Uma abordagem científica e prática das qualidades humanas



Snyder & Lopez

Escrito por pioneiros da Psicologia Positiva, este livro apresenta aos leitores esse novo paradigma científico que se centra na promoção da saúde e do bem-estar das pessoas. Por meio de uma revisão bibliográfica abrangente e de exercícios bem elaborados, esta obra ajudará o leitor a compreender e testar os princípios dessa abordagem inovadora, que ultrapassa a visão psicopatológica vigente e propõe uma reformulação do estilo de vida, visando uma existência mais feliz.

A Ciência da Felicidade: Como atingir a felicidade real e duradoura



Sonja Lyubomirsky

Sonja Lyubomirsky e suas estratégias de felicidade apresentam o conceito de atividades intencionais que podem ser usadas para obtermos uma vida mais feliz. Essas atividades incluem técnicas para o exercício do otimismo com relação ao futuro, instruções sobre como saborear melhor os prazeres da vida aqui e agora e uma explicação completa da importância de nos mantermos ativos para nos sentirmos felizes. A autora ainda nos ajuda a entendermos os vários obstáculos que boicotam nossa felicidade e como nos munir de força individual para superá-los.

O poder do agora



Eckhart Tolle

Nós passamos a maior parte de nossas vidas pensando no passado e fazendo planos para o futuro. Ignoramos ou negamos o presente e adiamos nossas conquistas para algum dia distante, quando conseguiremos tudo o que desejamos e seremos, finalmente, felizes. Mas, se queremos realmente mudar nossas vidas, precisamos começar neste momento. Essa é mensagem simples, mas transformadora de Eckhart Tolle: viver no Agora é o melhor caminho para a felicidade e a iluminação. Combinando conceitos do cristianismo, do budismo, do hinduísmo, do taoísmo e de outras tradições espirituais, Tolle elaborou um guia de grande eficiência para a descoberta do nosso potencial interior. Este livro é um manual prático que nos ensina a tomar consciência dos pensamentos e emoções que nos impedem de vivenciar plenamente a alegria e a paz que estão dentro de nós mesmos.

Metamanagement – O sucesso além do sucesso



Fredy Kofman

Este livro é a condensação dos três volumes da obra original, mantendo intactos o estilo e as idéias do autor. Ao ver o ser humano integralmente - corpo, coração, mente e espírito - e a organização como o local onde as pessoas podem se desenvolver, uma nova forma de aprendizado é proposta. O livro apresenta ferramentas práticas para melhorar os resultados operacionais, os processos interpessoais e a qualidade de vida das pessoas. O autor compara os líderes, que operam com visões inspiradoras, e os managers, que operam com avaliações de desempenho, valores e orçamentos. O fator humano na organização torna-se muito importante. As empresas que souberem aplicar este conceito podem trazer à tona o que há de melhor em seus funcionários e uma visão integradora e coerente de negócios.

A linguagem da liberdade



Melody Beattie

Quando uma pessoa precisa de ajuda, é nela mesma que está o maior potencial para enfrentar a adversidade. Baseando-se neste conceito aparentemente simples, mas difícil de ser colocado em prática, Melody Beattie escreveu um livro que ultrapassa o conceito comum de autoajuda. A LINGUAGEM DA LIBERDADE é um guia de meditação e auto-motivação que vai fazer o leitor sentir-se melhor do que jamais se sentiu na vida. São pensamentos e exercícios que auxiliam no processo de recuperação de pessoas que atravessaram períodos difíceis.

O objetivo de Melody Beattie, é mostrar que a capacidade humana de se superar, mesmo em tempos de crise pessoal, não é mera teoria. Ela ensina como usar os princípios de seus outros trabalhos no dia-a-dia, garantindo um bem-estar pessoal poucas vezes imaginado para alguém que está saindo de um problema grave de co-dependência.

Assédio Moral – A violência no cotidiano



Marie-France Hirigoyen

Um dos passos importantes na resolução de um problema é dar-lhe nome. Foi isso o que a psiquiatra e psicanalista francesa Marie-France Hirigoyen fez ao lançar, em 1998, o livro "Harcèlement Moral" (Assédio Moral). A autora, a partir de numerosos exemplos, analisa as causas da violência praticada pelo companheiro, pois é preciso compreender para poder agir. Este é um livro útil e prático, que permite intervir a tempo, a partir dos primeiro sinais de violência psicológica, e bem antes de surgir a violência física. A obra, traduzida em 24 países, suscitou debates na França e impulsionou a criação de organizações contra os abusos no trabalho.

Codependência nunca mais



Melody Beattie

Dizer sim, quando queria dizer não. Ultrapassar seus limites. Viver agradando aos outros em vez de agradar a si mesmo. Dar muito mais do que recebe. Sentir-se sempre usado e nunca valorizado como deveria ser. Ter medo de perder as pessoas que julga responsáveis pela sua felicidade. Insistir em relacionamentos que não funcionam. E mais: culpar os outros pela situação em que se encontram. Até quando? As pessoas que convivem com dependentes de comida, jogo, trabalho, sexo, drogas, álcool e outros transtornos psicológicos, em geral, são as mais suscetíveis a sofrer crises de estresse e distúrbios nervosos na luta diária para livrar amigos e parentes destes distúrbios.

Co-dependência nunca mais vai ajudá-lo a perceber a sua mais importante e, possivelmente, mais neglicenciada responsabilidade: cuidar de si mesmo e aprender a ser feliz. Admitir que você não é o culpado pelos problemas de amigos e parentes é o primeiro passo para entender os seus problemas e angústias, trocando a ansiedade por uma vida equilibrada.

O livro apresenta dezenas de casos reais, reflexões pessoais, exercícios e testes.

Mulheres que amam demais



Robin Norwood

A autora, psicóloga e terapeuta de casais, mostra que amar de maneira obsessiva pode ser uma doença como o vício em drogas. Mostra como perceber os comportamentos destrutivos em uma relação e evitá-los. Robin Norwood reconheceu no relato de suas pacientes e em sua experiência pessoal um grave transtorno afetivo, o qual nomeia como a síndrome do amar demais. Long-seller consagrado com milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, Mulheres que Amam Demais tornou-se a referência definitiva quando o assunto é dependência emocional, afetiva e comportamento afetivo obsessivo.

Assuma o controle da sua vida



Melody Beattie

Sem levar em conta a nossa vontade, há momentos e circunstâncias nos quais tudo o que acreditamos e construímos parece desabar como um castelo de cartas varrido por uma inesperada rajada de vento. É duro encarar as dolorosas emoções que advêm das perdas e separações impostas pela vida. É como se não tivéssemos qualquer escolha. Mas sim, temos, só que não somos capazes de percebê-la - exatamente como o sol que se põe no final da tarde, mas está apenas aguardando o próximo giro da Terra para nascer. Neste livro, Melody Beattie nos oferece uma mensagem de esperança para tempos difíceis. Como um farol que guia os navegantes, ela nos ilumina o caminho dos mares da escolha, sejas em situações cotidianas ou em momentos de mais profundo desespero. Uma coletânea de histórias pessoais comoventes que demonstra a capacidade do espírito humano de superar o sofrimento e resgatar o seu poder de escolha, o maior presente que nos foi concedido. Resta saber o que você vai fazer com ele.

Para além da codependência



Melody Beattie

Ótimo livro da escritora Melody Beattie, que ao longo de uma vasta carreira como jornalista e escritora, tem vindo a publicar inúmeros e importantes livros e artigos em reputados jornais e revistas, Melody aborda com conhecimento de causa a questao da recuperação da dependência emocional e afetiva em todos os seus desdobramentos, como o reencontro com a auto-estima, o risco das recaidas e o envolvimento das crianças em todo o processo, falando não somente da co-dependência, mas abrangendo o termo em várias situações e vivencias.

Meditações diárias para mulheres que amam demais



Robin Norwood

Apaixonar-se por alguém e ser correspondido é uma sensação maravilhosa, desde que o relacionamento seja prazeroso para ambas as partes. Mas, quando algo não vai bem, é preciso reconhecer o problema e ser forte o suficiente para enfrentá-lo e chegar a uma solução. Em Meditações Diárias Para Mulheres Que Amam Demais, a psicoterapeuta e conferencista Robin Norwood, autora do sucesso mundial Mulheres que Amam Demais, oferece dicas que têm por objetivo ajudar a controlar as próprias emoções e recolocar a vida nos eixos.

Em linguagem clara e objetiva, o livro traz um conselho para cada dia do ano, dentro da filosofia de que uma longa caminhada é feita passo a passo. A ideia é preservar a sanidade, a serenidade e o senso de humor durante o doloroso processo de desenvolver um modo mais saudável de viver e amar.

A autora deixa claro que, assim como os comedores compulsivos, quem ama demais precisa aprender a fazer, de forma sã e equilibrada, o que fazia de forma obsessiva. É fundamental canalizar para a transformação interior a energia gasta na tentativa de mudar o outro. O segredo da recuperação é agir de outra maneira, primeiro, para depois alterar as formas de pensar e de sentir. Desse modo, rompe-se com um padrão de comportamento que leva a relacionamentos problemáticos.

Embora centrado na relação entre casais, Meditações Diárias Para Mulheres Que Amam Demais mostra que também é possível amar demais os filhos. Quando um dos adultos exagera no cuidado de uma criança, faz com que ela assuma um excesso de responsabilidade pelo bem-estar dos pais. Isso pode trazer prejuízos emocionais para a vida inteira.

Segundo Robin Norwood, não existe recuperação milagrosa. Ter fé em alguma coisa é importante, mas não adianta rezar e esperar que tudo se resolva sem promover mudanças dentro de si mesmo. O caminho para resgatar a autoestima e a capacidade de ter relações saudáveis, embora seja percorrido lentamente, é gratificante: com o tempo, afloram os impulsos amorosos genuínos, que nada têm a ver com sofrimento ou a compulsão de mudar a outra pessoa. Quanto menos você necessita de um parceiro, melhor companhia se torna, e passa a atrair pessoas saudáveis em suas relações.

Mentes Perigosas – O psicopata mora ao lado



Ana Beatriz Barbosa Silva

Quando pensamos em psicopatia, logo nos vem à mente um sujeito com cara de mau, truculento, de aparência descuidada, pinta de assassino e desvios comportamentais tão óbvios que poderíamos reconhecê-lo sem pestanejar. Isso é um grande equívoco! Para os desavisados, reconhecê-los não é uma tarefa tão fácil quanto se imagina. Os psicopatas enganam e representam muitíssimo bem.

Mentes Perigosas discorre sobre pessoas frias, manipuladoras, transgressoras de regras sociais, sem consciência e desprovidas de sentimento de compaixão ou culpa. Esses "predadores sociais" com aparência humana estão por aí, misturados conosco, incógnitos, infiltrados em todos os setores sociais. São homens, mulheres, de qualquer raça, credo ou nível social. Trabalham, estudam, fazem carreiras, se casam, têm filhos, mas definitivamente não são como a maioria da população: aquelas a quem chamaríamos de "pessoas do bem".

Eles podem arruinar empresas e famílias, provocar intrigas, destruir sonhos, mas não matam. E, exatamente por isso, permanecem por muito tempo ou até uma vida inteira sem serem descobertos ou diagnosticados. Por serem charmosos, eloqüentes, "inteligentes" e sedutores costumam não levantar a menor suspeita de quem realmente são. Visam apenas o benefício próprio, almejam o poder e o status, engordam ilicitamente suas contas bancárias, são mentirosos contumazes, parasitas, chefes tiranos, pedófilos, líderes natos da maldade.

Em casos extremos, os psicopatas matam a sangue-frio, com requintes de crueldade, sem medo e sem arrependimento. Porém, o que a sociedade desconhece é que os psicopatas, em sua grande maioria, não são assassinos e vivem como se fossem pessoas comuns.

Meu vizinho é um psicopata



Martha Stout

"Este livro deve ser lido como uma vacina. Com casos clínicos claros, ele nos ensina a identificar as pessoas que podem nos causar muito sofrimento. E a única arma para lidar com um psicopata é o conhecimento."- Fátima Vasconcellos, presidente da Associação Psiquiátrica do Estado do Rio de Janeiro e especialista em Psiquiatria Forense pela Associação Brasileira de Psiquiatria

Lançado em 2005 nos Estados Unidos e publicado em vários países, Meu vizinho é um psicopata se tornou uma referência sobre o assunto e ganhou o prêmio Books for a Better Life (Livros para uma vida melhor) daquele mesmo ano por sua significativa contribuição à sociedade.

Em Meu vizinho é um psicopata, a Dra. Martha Stout explica de forma simples e direta o que é esse transtorno quase inimaginável para a maioria das pessoas e nos ensina a identificar esses indivíduos maléficos, que podem estar onde menos se imagina.

Para que possamos nos proteger, ela oferece 13 regras indispensáveis, entre elas:
- Questione a autoridade: confie sempre nos seus instintos, principalmente quando todos já tiverem parado de questionar.
- Desconfie da bajulação: quase sempre se trata de uma tentativa de manipulação.
- Cuidado com a tendência a sentir pena: os sociopatas adoram despertar a piedade dos outros e tiram proveito desse sentimento.
- Não tente recuperar os irrecuperáveis: dedique-se apenas às pessoas que realmente querem - e merecem - ser ajudadas.

Mulheres inteligentes, escolhas insensatas



Connell Cowan e Melvyn Kinder

Existe “homem perfeito”? Quem é o “homem certo”? Por que tantas mulheres bem sucedidas profissionalmente, aparentemente seguras, fortes, decididas, estão sozinhas ou, pior, se relacionando com homens que não as valorizam? Por que essas mulheres independentes e sexualmente liberadas estão sempre escolhendo parceiros errados e revestindo o relacionamento precário de grandes expectativas e exigências, sem conseguir enxergar toda a carga emocional que colocam nessas escolhas? Os autores do livro, Drs. Connell Cowan e Melvyn Kinder, psicólogos clínicos, acreditam que, embora tantos relacionamentos das “mulheres inteligentes” sejam frustrantes, existem muitos homens bons, que se importam, que desejam um relacionamente duradouro e maduro. E revelam estratégias para reconhecer esses “homens certos”, assim como para se proteger dos “homens errados”. Na primeira parte - BANCANDO A TOLA ¬– as causas das decepções amorosas são analisadas. A espera do Príncipe Encantado é abordada como a maior das fantasias românticas femininas. Por outro lado, o chamado à realização pessoal e profissional se torna a cada vez mais forte. Assim, a mulher moderna muitas vezes é uma mescla de força e imaturidade emocional, imaturidade essa que tem sua origem no relacionamento pai-filha, em seus aspectos de dependência desde a infância. Decepções e angústia são resultados de investimentos pessoais em “ratos”, “homens errados” e excitantes personagens masculinos, que provocam sempre sentimentos de anseio e tristeza, causados pela constante tensão e incerteza do ir e vir desses homens. Muitas mulheres inteligentes se tornam “viciadas´ nesses sentimentos de ansiedade e sofrimento, a ponto de só se sentirem realmente vivas quando os experimentam. Ao confundir amor com anseio, a mulher deixa de perceber que essa ansiedade é uma súplica para ser amada, uma tensão causada pela indisponibilidade da pessoa que ela deseja. O amor, ao contrário, é paz e bem estar. É alegria e crescimento. Faz feliz. Os autores alertam ainda para o fato de existirem muitos homens bons. Esses não são esquivos, desconhecidos, misteriosos, mas previsíveis, estáveis e capazes de amor genuíno.

Seus pontos fracos



Dr. Wayne Dyer

Doutor em Psicologia pela Wayne State University e especialista em desenvolvimento pessoal, Wayne W. Dyer é reconhecido internacionalmente pelas inúmeras palestras, aparições em televisão e dezenas de livros já publicados, entre eles os best sellers Seu eu sagrado, Seus pontos fracos e Crer para ver. Seus pontos fracos é um livro que vai mostrar os pontos em que você é feliz — ou infeliz — e o que pode fazer para conquistar plenitude. Certos sentimentos como raiva, medo, ciúme e culpa sabotam nossa felicidade e capacidade de estar e ficar bem. Transpor essas barreiras, porém, está ao alcance de todos, bastando para isso encarar.

Não se deixe manipular pelos outros



Dr. Wayne Dyer

Você é do tipo de pessoa que se deixa ser dominada e manipulada porque acredita que não é forte o suficiente para administrar sua própria vida? Espera que alguém decida por você para não ter que correr o risco de magoar, errar e perder? Vive infeliz, desorientado, apreensivo, paralisado, com medo? Então você é uma vítima - alguém que leva uma vida de acordo com as regras e desejos de outrem.

A pergunta é: até quando você vai permitir que isso aconteça?

Se você acha que está na hora de ser senhor de si mesmo e do seu destino, não pode deixar de ler este livro. Ele foi escrito para quem quer assumir o comando da própria vida e não está mais disposto a seguir os planos de terceiros. Os capítulos incluem histórias pessoais, situações cotidianas e instruções detalhadas que ilustram concretamente maneiras de evitar as numerosas armadilhas preparadas para fazer de cada indivíduo uma vítima. Questionários avaliam o seu comportamento e são sugeridas estratégias e técnicas com o objetivo de ajudá-lo a superar hábitos e padrões nocivos. Enfrente o desafio da mudança e torne-se a pessoa que sempre quis ser.

Acabe com a ansiedade antes que ela acabe com você



Edmund Bourne e Lorna Garano

Neste livro, os norte-americanos Edmund Bourne, especialista em tratamentos contra a ansiedade, e Lorna Garano, escritora, mostram que, mesmo diante de todo o caos de nossa rotina, é possível viver de maneira mais tranqüila e pacífica. Eles apresentam dez ferramentas que poderão ajudá-lo a livrar-se desse mal que tanto prejudica sua qualidade de vida.

Segundo pesquisas do ambulatório de ansiedade do instituto de pesquisas do hospital das clínicas, em São Paulo, 25% da população sofre de algum tipo de transtorno de ansiedade.

A ansiedade se caracteriza por uma preocupação excessiva com situações do dia-a dia.

A pessoa ansiosa pode apresentar sintomas como: inquietude, dificuldade para concentrar-se, irritabilidade, tensão muscular, perturbações no sono (insônia, pesadelos, etc.) e uma tendência a fadigar-se facilmente. A ansiedade afeta o indivíduo em todos os níveis, no psicológico, fisiológico e comportamental.

Costuma preocupar-se excessivamente com questões interpessoais, econômicas, de saúde, sendo incapaz ou tendo muita dificuldade para chegar a uma solução; isto é para tomar decisões e conviver com relativa tranquilidade com as consequências.

Quando a ansiedade começa a interferir nas realizações do indivíduo, ela começa a se tornar um grande problema. A ansiedade atrapalha porque a pessoa começa a fixar a sua atenção nos pensamentos sobre o futuro, sentindo-se ameaçada, sendo incapaz de deixar de preocupar-se e focar a sua atenção no presente.

Quem sofre de ansiedade fica em alerta constante, sempre imaginando de onde virá o perigo, tenta fugir, isolar-se, apressar-se, em suma, não consegue mais controlar seus comportamentos. Antecipa o futuro, numa tentativa de controlar e evitar consequências que imagina serem negativas e ameaçadoras.

“Não sofra por antecipação. Os acontecimentos são frutos de sua postura mental. Se não puder controlá-los, controle a sua reação perante os fatos.”

Mentes ansiosas



Ana Beatriz Barbosa Silva

Nesta obra, a psiquiatra conversa com um vasto público, o dos ansiosos e afoitos, estes que sofrem muitas vezes apenas com suposições, e não necessariamente fatos reais.

Mais do que nunca, a ansiedade tem sua causa na cultura, no modo de vida que a sociedade capitalista de consumo tem se comportado frente a tanta oferta e objetivos (obrigações) de vida feliz.

A psiquiatra usa como referência as definições estabelecidas pela Associação de Psiquiatria Americana, para agrupar e apontar as diversas formas e os diferentes graus de intensidade dos transtornos de ansiedade:

1 - Súbitos ataques de pânico, que podem evoluir para o transtorno do pânico.

2 - Fobia social ou timidez patológica, na qual as pessoas percebem ameaças potenciais em situações sociais e em exposição ao público.

3 - Medos diversos ou fobias simples, cuja ameaça provém de estímulos bem específicos (animais, lugares fechados, chuvas, avião, etc.)

4 - Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), quando se vive experiências traumáticas significativas (seqüestros, perdas de entes queridos, acidentes, etc.)

5 - Transtorno de ansiedade generalizada (TAG), que se caracteriza por um estado permanente de ansiedade, sem qualquer associação direta com situações ou objetos específicos.

6 - Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), no qual a mente é invadida por pensamentos intrusivos e sempre de conteúdo ruim (obsessões), que desencadeiam rituais repetitivos e exaustivos (compulsões), na tentativa de exorcizar tais ideias.

Com muita cautela, a psiquiatra explica e esclarece o que vem a ser a ansiedade, sua associação com o medo, em quais outras particularidades ela pode se desdobrar e o que não é ansiedade também.

Sobre a ansiedade



Renata Salecl

A filósofa e socióloga Renata Salecl coloca a ansiedade no divã e analisa como ela opera na sociedade atual e a maneira como o sujeito individual lida com sua inconsistência e com os antagonismos sociais.

Ansiedade de informação - Como transformar informação em compreensão



Richard Saul Wurman

Como diz a apresentação do livro, em sua contracapa, trata-se de "Um livro que detecta uma síndrome do nosso tempo. E apresenta soluções. Wurman é, talvez, o maior arquiteto da informação da nossa época e ele sabe trabalhar esta questão atualíssima de uma forma tão envolvente que a gente nem se dá conta de que já está quase terminando de ler as 380 páginas de seu alentado compêndio.

Algumas Pérolas do Livro:

* "Aprender é lembrar o que interessa".

* "Não apenas somos esmagados pelo próprio volume de informação. Somos, também, em maioria, atrapalhados por uma educação que nos prepara inadequadamente para processá-la".

* "A maior crise a ser enfrentada pela civilização moderna é a de como transformar a informação em conhecimento estruturado".

* "Antigamente, durante a era industrial, o mundo era governado pelos recursos naturais; hoje, é governado pela informação - e, enquanto os recursos são finitos, a informação parece ser infinita".

A violência no casal – Da coação psicológica à agressão física



Marie-France Hirigoyen

Com o livro A Violência no Casal, a psiquiatra e psicoterapeuta de família Marie-France Hirigoyen analisa as causas da violência praticada pelo companheiro através de vários exemplos úteis e práticos. É preciso entender o que está acontecendo para agir, permitindo intervir a tempo, a partir dos primeiros sinais de coação psicológica, antes de surgir a agressão física. Nos dias de hoje, a violência não é apenas aquela das guerras e revoluções. Estimulada por uma cultura em que ainda vigora “a lei do mais forte”, ela atua com força nas relações interpessoais – dentro de casa, principalmente. Muitas vezes, porém, essa violência não é reconhecida por suas próprias vítimas. Como é possível aceitar a transformação do amor em horror? A Violência no Casal mostra que compreender a violência é a única maneira de se libertar: perceber como se origina, como se insinua, sob uma aparência inocente, mas que instala gradativamente até deformar por completo uma relação.

O líder coach



Rhandy di Stéfano

Atualmente, avalia-se a grandeza de um líder pelos líderes que ele cria. Este livro é um convite para que você realize esta sua missão! Nesta obra, o autor apresenta, em linguagem acessível, conceitos práticos para as dúvidas de líderes que desejam desenvolver equipes de alta performance, independente do tamanho do grupo. O objetivo do livro é ser um estimulador de idéias e conceitos, proporcionando ao novo líder mais coragem, ousadia e ferramentas para entender o que está por trás do processo de coaching.